A queda da presidente Dilma Rousseff e a posse do vice Michel
Temer cria um mixto de esperança na área econômica e turbulência
no campo político brasileiro. O lado petista insiste na tese de golpe de estado e a oposição capitaneada por PMDB e PSDB conseguem emplacar a acusação de crime de responsabilidade da presidente. As
várias falas dos senadores a favor do impeachment deram embasamento
para parte da opinião pública acreditar que o impeachment é
legítimo. Porém o envolvimento de pemedebistas na operação
Lava-Jato e a não perda dos direitos da presidente impedida, deixou
um suspense no ar, ficando em aberto a possibilidade de golpe. A essa
altura do campeonato nem os próprios petistas acreditam que a
presidente impedida retome o poder, por isso muitos apostam em novas
eleições antes mesmo de 2018. Brasília – ascensão e queda.
A absolvição da prefeita de Cubatão e o seu vice já era esperada, pois todos sabiam que não havia votos suficientes a favor da cassação, depois da chegada de Fábio Inácio para ocupar a cadeira de Wagner Moura no Legislativo. Só nos resta refletir com esse episódio brasilesco é a postura dos vereadores do PDT, partido da base de apoio do atual governo. A abstenção mesmo sendo um direito previsto no regimento interno da Câmara, na minha opinião foi um ato de covardia política, por tratar-se de uma situação de extrema importância à sociedade cubatense, ou alguém acredita que o governo petista representado pela prefeita Márcia Rosa, não tem culpa nenhuma na situação caótica que a cidade atravessa? A má gestão das finanças públicas é flagrante, a ponto de ficarmos sem entender o por quê do partido ter lançado candidato à sucessão...

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