sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Abstenções e absolvições

       
  A absolvição da prefeita de Cubatão e o seu vice já era esperada, pois todos sabiam que não havia votos suficientes a favor da cassação, depois da chegada de Fábio Inácio para ocupar a cadeira de Wagner Moura no Legislativo. Só nos resta refletir com esse episódio brasilesco é a postura dos vereadores do PDT, partido da base de apoio do atual governo. A abstenção mesmo sendo um direito previsto no regimento interno da Câmara, na minha opinião foi um ato de covardia política, por tratar-se de uma situação de extrema importância à sociedade cubatense, ou alguém acredita que o governo petista representado pela prefeita Márcia Rosa, não tem culpa nenhuma na situação caótica que a cidade atravessa?
              A má gestão das finanças públicas é flagrante, a ponto de ficarmos sem entender o por quê do partido ter lançado candidato à sucessão do pior governo da história de Cubatão. O PDT local ao negar-se a votar a favor de questões que resultariam na cassação da prefeita e seu vice, mostraram à opinião pública que manter os cargos que possuem na atual administração é mais importante que fazer justiça a uma administração que faliu a cidade. A exemplo da rede pública de Saúde entre outros males, pois com certeza os eleitores do partido não devem utilizá-la, assim como não devem fazer uso dos serviços públicos, onde funcionários são menosprezados em relação aos seus direitos. Os vereadores Aguinaldo Araújo e Ricardo Queixão deram uma clara demostração do que significa os fins justificarem os meios.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

PARABÉNS:


Ascensão e queda em Brasília

              A queda da presidente Dilma Rousseff e a posse do vice Michel Temer cria um mixto de esperança na área econômica e turbulência no campo político brasileiro. O lado petista insiste na tese de golpe de estado e a oposição capitaneada por PMDB e PSDB conseguem emplacar a acusação de crime de responsabilidade da presidente. As várias falas dos senadores a favor do impeachment deram embasamento para parte da opinião pública acreditar que o impeachment é legítimo. Porém o envolvimento de pemedebistas na operação Lava-Jato e a não perda dos direitos da presidente impedida, deixou um suspense no ar, ficando em aberto a possibilidade de golpe. A essa altura do campeonato nem os próprios petistas acreditam que a presidente impedida retome o poder, por isso muitos apostam em novas eleições antes mesmo de 2018. Brasília – ascensão e queda.

CULTURA:


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